Mais do mesmo?

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Por: JulioCSoares

Foto: SPFC.net

O ano de 2012 trouxe a última glória representativa do gigante. A partir deste ano, exatos 6 anos, o torcedor aplaude seguidamente conquistas indignas, como a famigerada “time grande não cai”, e sofre pelas contínuas trapaças e trapalhadas de nossos presidentes.

O fanático, que não é bobo, já captou a mensagem e não aceita mais de forma passiva a longa e melancólica fase vivida pelo clube. Treinadores que chegam e voam para longe sem nem ao menos mostrar do que são capazes; jogadores não conseguem criar identidade com o clube e também são descartados por qualquer proposta que faça brilhar os olhos do querido presida.

Aguirre chega como mais um nome jogado ao olho do furacão e vem para tentar a façanha de montar um time competitivo e capaz de brigar com nossos principais rivais, que tem nadado de braçada quando o assunto é jogar com o tricolor. O treinador, de currículo pouco expressivo, chega carregando o peso de uma história uruguaia no clube e tem como principal característica agregar intensidade ao time, coisa que falta.

Raí e Ricardo Rocha depositaram suas fichas e agora vão trabalhar para que a aposta seja vitoriosa, mesmo que o início de gestão não seja o melhor que a dupla supostamente pode dar. A grande dúvida fica na sensação de que a troca de treinador não é a escolha mais sensata, visto que o comando é falho vindo desde lá de cima.

As finais do Paulista batem à porta, primeiro e complicado teste em que o novo comandante vai colocar, já, o seu trabalho à prova. A esperança é de que o time evolua, mesmo com os desmandos, e consiga ao menos jogar de igual com os rivais, coisa que há muito já não é possível. Que não seja mais um tiro no escuro e que o São Paulo consiga retomar o pensamento e a postura de um time grande e vitorioso.

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