Com Aguirre no comando do São Paulo, Diego Souza continua como opção para o ataque

Diego Souza chegou ao São Paulo com toda pompa e expectativas para substituir Lucas Pratto e ser o homem gol do São Paulo, mas ainda não conseguiu mostrar o seu melhor futebol, e nem o que vez o Tricolor pagar 10 milhões por um jogador de 32 anos.

0
218
views

Foto: Reprodução/São Paulo FC

Por: Érick Rodrigo

Nesse momento atual eu faço um questionamento: Diego Souza não vive o seu melhor momento? Ou será o São Paulo que passar por uma fase ruim?

Pois bem, os questionamentos atuais sobre o jogador não se confirmam por sua qualidade técnica, mas sim por seu posicionamento tático.

Diego Souza deve e pode atuar como um meia de criação, mas  hoje, ele é menos meio-campista e mais atacante. Como homem de criação, como começou jogando no último domingo (11), contra o Red Bull, ele ficou posicionado atrás do centroavante Tréllez, e com liberdade de entrar na área para finalizar.

Mas no segundo tempo, quando foi adiantado para fazer a função de camisa 9, caiu de produção. Diego Souza se consolidou no futebol nacional como meia de armação, mas foi como centroavante que chegou à Seleção Brasileira comandada por Tite.

Como meia, o atleta tem mais liberdade e espaço para se movimentar no campo — talvez, assim, sinta-se mais à vontade no jogo.

Em 2016, Diego foi artilheiro do Campeonato Brasileiro atuando como camisa 10, números que o levaram à Seleção. Hoje ele ele tem dois gols em dez jogos.

O treinador; Diego Aguirre, recém-contratado falou sobre o assunto, em entrevista coletiva no dia da sua apresentação ao São Paulo. – Diego Souza é um atacante que pode jogar mais na frente ou atrás. Temos de ver o nível que vai apresentar.

Diego Souza tem boa estatura é forte e sabe se posicionar, finaliza muito bem. Essas são características de centroavante, mas não quer dizer que é um jogador da posição. “Definitivamente não é centroavante”.

Observando o atual momento de Diego no Tricolor, Jardine e Aguirre terão que quebrar bastante a cabeça para adaptar sua equipe para jogar com Diego como centroavante; ou facilmente recua-lo ao meio de campo na função que ele rende mais.

No final da partida contra o Red Bull, o auxiliar André Jardine também falou sobre o atual momento difícil que passa o jogador – Do centroavante sempre se espera gol. A fase, quando não é boa, geralmente quem mais paga o preço é o centroavante, porque a bola não chega como deveria, e se cobra de quem tem mais nome.

– Assim que as coisas derem certo, não tenho dúvida que ele vai pôr a bola para dentro, e se jogar por trás, ele vai ser decisivo seja com passes ou com gols.

Agora é só aguardar, pois é do centroavante que se espera os gols.

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here